(11) 94116-7292 · Vila Clementino, SP FMF ID 40017 · CRM-SP 100513 · RQE 51.384-1
Dr. Alan Hatanaka
O rastreamento de 1º trimestre deve ser realizado entre 11 e 13 semanas e 6 dias

Pré-eclâmpsia: o diagnóstico que precisa ser feito antes de 16 semanas

É fundamental realizar o rastreamento de pré-eclâmpsia com obstetra credenciado pela Fetal Medicine Foundation, como o Prof. Dr. Alan Hatanaka (FMF ID: 40017). O uso adequado do Doppler das artérias uterinas e oftálmica exige conhecimento técnico específico e treinamento validado internacionalmente.

Professor Adjunto — UNIFESP/EPM · FMF London ID 40017 · CRM-SP 100513 · RQE 51.384-1

Atendimento particular e convênios premium · Vila Clementino, São Paulo
Partos: Hospital Albert Einstein · Maternidade Star São Luiz · Pró-Matre Paulista

Dr. Alan Hatanaka realizando ultrassom obstétrico
FMF
Credenciado FMF London Protocolo padrão-ouro · ID 40017

Por quê o Dr. Alan

Por que o rastreamento de pré-eclâmpsia com o Dr. Alan?

Quatro razões que diferenciam o rastreamento realizado neste consultório do que se encontra na maioria dos pré-natais convencionais.

Credencial internacional

Fetal Medicine Foundation

Credenciado pela FMF (ID 40017) — organização responsável pelo protocolo de rastreamento multiparamétrico de primeiro trimestre, adotado em mais de 60 países.

Tecnologia de vanguarda

Doppler de artéria oftálmica

Exame de última geração disponível no consultório. Valor incremental significativo na detecção de pré-eclâmpsia em todos os trimestres (Lau et al., UOG 2022).

Pesquisa aplicada

UNIFESP / EPM

Coordenador do Ambulatório de Predição e Prevenção do Parto Pré-Termo. Professor Adjunto. Mestre e Doutor em Ciências em prematuridade.

Maternidades de referência

Albert Einstein · Star · Pró-Matre

Partos realizados nas três maternidades de referência em medicina materno-fetal de São Paulo.

A doença e a janela

Sua gestação merece o rastreamento mais avançado disponível. A pré-eclâmpsia é prevenível — quando rastreada cedo e por profissional capacitado.

O que é a pré-eclâmpsia e qual é o seu impacto real?

A pré-eclâmpsia é um distúrbio hipertensivo da gestação caracterizado pelo aumento da pressão arterial após a 20ª semana, associado a disfunção de órgãos maternos e/ou da placenta. Afeta aproximadamente 2 a 3% das gestações e está entre as principais causas de mortalidade materna e perinatal no mundo — responsável por cerca de 42.000 mortes maternas por ano e por 1 em cada 4 a 10 óbitos perinatais¹.

Além do risco imediato, gestantes que desenvolvem pré-eclâmpsia têm maior probabilidade de desenvolver doenças cardiovasculares, renais e metabólicas a longo prazo. O mesmo vale para os recém-nascidos prematuros decorrentes dessa condição.

Por que "antes de 16 semanas" é a janela que muda tudo?

62%³

de redução na incidência de pré-eclâmpsia pré-termo com aspirina 150 mg/dia, iniciada entre 11 e 16 semanas de gestação. Ensaio ASPRE (Rolnik et al., NEJM 2017) · OR 0,38 · IC 95% 0,20–0,74

janela
11 sem
16 sem · fecha
010203040 semanas

A chave está no rastreamento precoce. Quando o risco é identificado no primeiro trimestre, existe uma janela terapêutica — o uso de aspirina em baixas doses, iniciado entre 11 e 16 semanas — que reduz em 62% a incidência de pré-eclâmpsia pré-termo, a forma mais grave da doença.

Após 16 semanas, essa janela se fecha. O rastreamento feito tardiamente pode confirmar o diagnóstico, mas não mais aproveitar a intervenção preventiva mais eficaz disponível na medicina.

Como funciona o rastreamento multiparamétrico FMF

O modelo de rastreamento de primeiro trimestre desenvolvido pela Fetal Medicine Foundation integra cinco marcadores complementares, medidos entre 11 e 13 semanas e 6 dias:

1

Características maternas

História clínica

Idade, IMC, paridade, método de concepção, histórico pessoal e familiar, intervalo intergestacional e doenças preexistentes (hipertensão, diabetes, lúpus, SAF, doença renal).

2

PAM

Pressão arterial média

Medida bilateral por protocolo padronizado — não é o mesmo que a aferição convencional de consultório. Reflete alterações hemodinâmicas que precedem o quadro clínico.

3

UtA-PI

Doppler das artérias uterinas

Avalia a resistência ao fluxo sanguíneo nas artérias que irrigam o útero — correlato direto da invasão placentária. Invasão inadequada eleva o risco de pré-eclâmpsia.

4

PlGF + PAPP-A

Marcadores bioquímicos no sangue

O PlGF (fator de crescimento placentário) e a PAPP-A apresentam alterações precoces na pré-eclâmpsia pré-termo. Ambos são dosados em uma única coleta de sangue.

Esses marcadores são integrados por um algoritmo de "riscos competitivos", que calcula o risco individual de cada gestante — gerando um número de risco personalizado, não uma categoria genérica.

Detecção: rastreamento FMF vs. avaliação clínica convencional

O modelo FMF detecta significativamente mais casos com taxa de falso-positivo controlada em 10%⁴ ⁸:

Fatores clínicos isolados (ACOG)

~40%

Rastreamento baseado apenas em fatores de risco clínicos — praticamente metade dos casos identificados pelo modelo FMF.

O Doppler de artéria oftálmica: o exame de vanguarda

O Doppler da artéria oftálmica é um exame não invasivo realizado durante o próprio ultrassom. Ao avaliar a circulação sanguínea nos vasos dos olhos — que refletem diretamente o estado hemodinâmico materno —, ele permite identificar sinais de alerta de pré-eclâmpsia que outros exames isolados não detectam.

Evidência recente

Por que adicionar o Doppler oftálmico ao protocolo FMF?

A revisão sistemática BMJ Open 2025 (Arkorful et al.; n=12.150 gestantes, 11 estudos) confirmou o valor do Doppler oftálmico em todos os trimestres, posicionando-o como o marcador de maior potencial incremental quando combinado à pressão arterial média e fatores maternos¹⁹.

1º trimestre · Gana et al., JCM 2025

65,9% 70,6%

Aumento na taxa de detecção de pré-eclâmpsia pré-termo ao adicionar o Doppler oftálmico ao modelo FMF (n=4.054, King's College).

3º trimestre · Lau et al., UOG 2022

96,7% vs. 70,0%

Modelo combinado com Doppler oftálmico superior à razão sFlt-1/PlGF para predição de pré-eclâmpsia iminente (n=2.338).

Esse exame está disponível no consultório do Prof. Dr. Alan Hatanaka, em São Paulo, como parte do protocolo completo de rastreamento de pré-eclâmpsia.

Como é a consulta

O que acontece na consulta de rastreamento de pré-eclâmpsia?

Consulta de obstetrícia especializada na Vila Clementino. Não é invasiva, não é demorada e você sai com um resultado concreto — o seu risco individualizado e um plano de ação.

1

Anamnese detalhada

Histórico médico, obstétrico e familiar completo. Identificação e ponderação dos fatores clínicos de risco.

2

Pressão arterial média

Medida bilateral por protocolo padronizado — diferente da aferição convencional. Integra o cálculo de risco.

3

Ultrassom FMF

Avaliação do bebê, translucência nucal e Dopplers das artérias uterinas e oftálmica.

4

Marcadores no sangue

Coleta para PlGF e PAPP-A. Resultados integrados ao modelo de cálculo de risco.

5

Plano personalizado

Risco individualizado calculado e comunicado com clareza. Se elevado, aspirina iniciada ainda na consulta.

"Você sai sabendo o seu risco real. Não uma categoria genérica — um número calculado a partir dos seus dados, com base no mesmo protocolo utilizado nos principais centros de medicina fetal do mundo."

Quem realiza o rastreamento

Formação, credenciais e centros de referência

Dr. Alan Hatanaka

Prof. Dr.

Alan Hatanaka

CRM-SP 100513 · RQE 51.384-1

Obstetra, Ginecologista e Médico Fetal.

  • Professor Adjunto — UNIFESP/EPMDepartamento de Obstetrícia
  • Credenciado Fetal Medicine FoundationFMF London ID 40017 — organização responsável pelo protocolo de rastreamento de pré-eclâmpsia de 1º trimestre
  • Mestre e Doutor em CiênciasLinha de pesquisa: prematuridade
  • Coordenador do Ambulatório de Predição e Prevenção do Parto Pré-TermoUNIFESP
  • Membro das sociedades médicasFIGO · Febrasgo · SOGESP · ISUOG · SMFM

Partos

Maternidades de referência em São Paulo

Partos realizados nas três maternidades de referência em medicina materno-fetal da cidade.

Hospital Albert EinsteinMorumbi · referência internacional
Maternidade Star São LuizItaim Bibi
Pró-Matre PaulistaBela Vista · centro histórico de maternidade

FAQ

Perguntas frequentes sobre rastreamento de pré-eclâmpsia

O rastreamento de 1º trimestre é realizado entre 11 e 13 semanas e 6 dias — essa janela não se repete.

Agende seu rastreamento de pré-eclâmpsia

Se você está no início da gestação — ou planeja engravidar —, esse é o momento de agir. O rastreamento de 1º trimestre com protocolo FMF completo está disponível no consultório do Prof. Dr. Alan Hatanaka, em São Paulo.

Você sai da consulta com o seu risco individualizado calculado e, se necessário, com o plano preventivo já iniciado.

Ou entre em contato diretamente

Vila Clementino, São Paulo — Atendimento particular e convênios premium

Referências

Evidência científica

Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa. Não substitui a consulta médica individualizada. Cada gestação apresenta características únicas que devem ser avaliadas por profissional habilitado.
  1. Chappell LC, Cluver CA, Kingdom J, Tong S. Pre-eclampsia. Lancet. 2021;398(10297):341–354.
  2. Hodgins S. Pre-eclampsia as Underlying Cause for Perinatal Deaths: Time for Action. Glob Health Sci Pract. 2015;3(4):525–527.
  3. Rolnik DL, Wright D, Poon LC, et al. Aspirin versus Placebo in Pregnancies at High Risk for Preterm Preeclampsia. N Engl J Med. 2017;377(7):613–622.
  4. O'Gorman N, Wright D, Syngelaki A, et al. Competing risks model in screening for preeclampsia by maternal factors and biomarkers at 11–13 weeks' gestation. Am J Obstet Gynecol. 2016;214(1):103.e1–12.
  5. Poon LC, Shennan A, Hyett JA, et al. FIGO initiative on pre-eclampsia. Int J Gynaecol Obstet. 2019;145(Suppl 1):1–33.
  6. ACOG. Gestational Hypertension and Preeclampsia: ACOG Practice Bulletin 222. Obstet Gynecol. 2020;135(6):e237–e260.
  7. Zeisler H, Llurba E, Chantraine F, et al. Predictive Value of the sFlt-1:PlGF Ratio in Women with Suspected Preeclampsia. N Engl J Med. 2016;374(1):13–22.
  8. Verlohren S, Brennecke SP, Galindo A, et al. Clinical interpretation and implementation of the sFlt-1/PlGF ratio. Pregnancy Hypertens. 2022;27:42–50.
  9. Bhide A, Acharya G, Baschat A, et al. ISUOG Practice Guidelines: Doppler velocimetry in obstetrics. Ultrasound Obstet Gynecol. 2021;58(3):331–339.
  10. Velauthar L, Plana MN, Kalidindi M, et al. First-trimester uterine artery Doppler and adverse pregnancy outcome: meta-analysis. UOG. 2014;43(5):500–507.
  11. Gana N, Pittokopitou S, Solonos F, et al. Ophthalmic Artery Doppler Indices at 11–13 Weeks. J Clin Med. 2025;14(13):4811.
  12. Lau K, Wright A, Sarno M, et al. Ophthalmic artery Doppler vs. PlGF and sFlt-1/PlGF at 35–37 weeks. UOG. 2022;59(5):606–612.
  13. Kalafat E, Laoreti A, Khalil A, et al. Ophthalmic artery Doppler for prediction of pre-eclampsia: systematic review. UOG. 2018;51(6):731–737.
  14. Sapantzoglou I, Wright A, Gallardo Arozena M, et al. Ophthalmic artery Doppler at 19–23 weeks. UOG. 2021;57(1):75–83.
  15. Arkorful J, Browne JL, Adu-Bonsaffoh K, et al. Predictive accuracy of ophthalmic artery Doppler for pre-eclampsia: systematic review. BMJ Open. 2025;15:e094348.
  16. Cluver CA, et al. Calcium supplementation during pregnancy. Cochrane Database Syst Rev. 2025;(12):CD001059.
  17. Magee LA, Brown MA, Hall DR, et al. ISSHP 2021 classification, diagnosis & management. Pregnancy Hypertens. 2022;27:148–169.
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