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A GRAVIDEZ

3D Ginecológico

Ultrassonografia Transvaginal Tridimensional Ginecológica

Malformações uterinas atingem cerca de 3 a 4% da população e seu diagnóstico correto era, até pouco tempo, realizado através de exames invasivos como a histerossalpingografia, histeroscopia e a videolaparoscopia. A Ressonância Nuclear Magnética, exame não invasivo, demonstrou alta sensibilidade, no entanto, seu custo elevado associado a alta incidência desta patologia impede sua utilização como exame de primeira escolha.

Recentemente, com o desenvolvimento de transdutores endovaginais tridimensionais, houve a possibilidade de se estudar a avaliação morfológica uterina através da ultrassonografia tridimensional. Com esta técnica, é possível avaliar os contornos internos e externos do útero, desde que realizados por profissional capacitado e com aparelho adequado.

As malformações uterinas, também chamadas de Malformações Mullerianas, podem elevar o risco de abortamentos, infertilidade e prejudicar a evolução da gestação. No entanto, o prognóstico depende da adequada classificação da alteração.

Em 2009, Gui T. et al. estabeleceram uma classificação ultrassonográfica para as malformações uterinas (Gui T et al, Fertility Sterility, 2009). Esta classificação é, atualmente, a mais aceita, Figuras 1 e 2.

tabela uterina
malformações uterinas

Analisando 284 pacientes, Gui et al não obteve concordância com a videolaparoscopia e histeroscopia em apenas 2 casos, recomendando a ultrassonografia endovaginal tridimensional como o exame inicial de escolha para pacientes com suspeita de malformações uterinas e para aquelas com mal passado Obstétrico.

Dr. Alan Hatanaka
CRM 100513
Especialista em Ginecologia e Obstetrícia - RQE 51.384
Especialista em Medicina Fetal – RQE 51.384-1

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